Em entrevista coletiva, concedida na manhã desta segunda-feira (13), o prefeito Abilio Brunini afirmou que estuda junto à sua equipe a possibilidade de implementar um auxílio emergencial para famílias mais afetadas pelo temporal desse domingo (12).
O prefeito afirmou que vai encaminhar à Câmara Municipal um Projeto de Lei, que permite à Prefeitura a criação de um auxílio emergencial para as famílias mais afetadas pelas chuvas poderem comprar móveis ou eletrodomésticos. “Talvez com esse auxílio, elas consigam comprar um armário de cozinha, um fogão, um colchão, pra gente poder ter um pouco de dignidade. A gente tá vendo que, mesmo diante dessa situação de calamidade que a gente tá passando, tem gente que tá em situação muito pior e aí só dar uma cesta básica não vai resolver”, declarou o chefe do executivo municipal.
O valor do benefício é estimado em R$ 1 mil reais, conforme afirmou o prefeito, mas não será para qualquer pessoa que teve a casa invadida pela água. “Isso a Assistência Social tá fazendo o levantamento. Pra fazer um projeto como esse não podemos fazer com número aproximado, precisa de um levantamento formal. Mas é importante dizer que não é pra todos em que a casa entrou água, é pra aqueles que chegaram no limite, não têm mais pra onde correr. E ontem nós estivemos em alguns lugares como esses”, informou o prefeito.
De acordo com Abilio, a origem do recurso usado para esse auxílio é uma parcela do orçamento municipal, que está disponível para isso, de aproximadamente R$ 300 mil reais. A expectativa do prefeito é de que esse auxílio seja aplicado em uma única parcela para ajudar num “início de reestabelecimento” da vida dessas famílias.
O prefeito afirmou ainda que o secretário de Obras, Reginaldo Teixeira, já está em busca da contratação dos 4 equipamentos disponíveis na cidade para realizar a limpeza das chamadas “bocas-de-lobo”, para melhorar a vazão da água de chuva na cidade. “Se não estivesse nessa situação da chuva, a gente não iria conseguir fazer, teria de abrir processo licitatório e demoraria no mínimo 6 meses. Então, por motivo da chuva, a gente consegue fazer isso agora”, afirmou o prefeito.



























