A Justiça manteve preso Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, autor confesso do assassinato da empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, em Cuiabá. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada pelo juiz da 14ª Vara Criminal, João Bosco Soares da Silva. O processo tramita em sigilo.
Ao deixar a delegacia, antes de ser levado ao Fórum, Jackson falou rapidamente com a imprensa. Ele admitiu o crime e afirmou que “perdeu a cabeça”. Questionado se estava arrependido, respondeu que sim. Ao ser perguntado se faria novamente, disse que não. Ele não comentou sobre possível motivação financeira nem sobre a participação de outras pessoas.
Segundo a Polícia Civil, a vítima foi morta por asfixia, enforcada com uma abraçadeira plástica. O corpo foi encontrado enterrado a mais de dois metros de profundidade, no quintal de um imóvel da própria empresária, no bairro Parque Cuiabá.
As investigações apontam que o crime pode ter sido premeditado. Após o assassinato, o suspeito procurou a polícia e registrou um falso desaparecimento, alegando um suposto sequestro.
O caso segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura a motivação do crime e se houve participação de terceiros.

























