O policial militar Raylton Duarte Mourão, suspeito de assassinar a personal trainer Rozeli da Costa Sousa Nunes, confessou, nessa segunda-feira (22), em depoimento na Delegacia de Homicídios (DHPP), ser o autor dos disparos que tiraram a vida da vítima. Durante a oitiva, ele afirmou sofrer de transtornos mentais e disse que, no dia do crime, ouviu “uma voz” que o incentivou a cometer o homicídio.
“Nesse dia eu acordei com essa sensação e a voz falando mais forte: ‘mata essa desgraçada, vai lá e mata ela’. E aí eu peguei e fui”, relatou (assista no final da matéria). O PM ainda disse fazer tratamento psiquiátrico para síndrome do pânico e depressão, além de utilizar medicamentos controlados.
Suspeito ainda falou ao delegado os medicamentos que utiliza, como Paroxetina e Quetiapina.
Defesa pede prisão em unidade militar
Na audiência de custódia, o advogado do policial solicitou que ele permanecesse preso em unidade militar, citando dispositivos legais que garantem esse direito a integrantes da corporação. O Ministério Público não se opôs e o juiz manteve Mourão detido no mesmo local que estava desde quando se entregou à polícia.
Rozeli Nunes foi assassinada a tiros no dia 11 deste mês, em Cuiabá. A Polícia Civil segue com a investigação para reunir laudos e demais provas que irão compor o inquérito.

































