O preço do etanol voltou a ter alterações em Cuiabá, repetindo o desempenho que as equipes do SBT Comunidade registrou em fevereiro. O valor registrado nesta segunda-feira (17) chega a R$ 3,97.
As equipes de reportagem buscam respostas do Sindipetróleo, que, procurado anteriormente, chegou a afirmar que a alta de fevereiro era um repasse de custo ao consumidor que não acontecia, mesmo com alterações no valor que o combustível é repassado aos postos.
No entanto, o que vem sendo observado pelo jornalismo comunitário do SBT Cuiabá é a oscilação regular mensal de aumento dos preços nas primeiras semanas do mês e queda na segunda quinzena.
O apresentador Leandro Trindade lembrou, nesta segunda-feira (17), no início da edição do dia do SBT Comunidade que é o terceiro mês em que isso acontece. “Tô aguardando uma resposta do Sindipetróleo, porque no dia 25 do mês passado o sindicato disse que desde janeiro os reajustes eram de 7% nas indústrias e agora o preço caiu mesmo com esses reajustes na indústria do mês de janeiro pra cá? Tô aguardando o Sindipetróleo se posicionar sobre a queda mais uma vez. É o terceiro mês consecutivo que a gente traz essa movimentação: sobre no final do mês, cai no início da segunda quinzena, em janeiro, fevereiro e março. E agora, qual é a justificativa do Sindipetróleo pra essa queda? Porque dependendo da justificativa, inviabiliza o que justificou na alta, né?”, cobrou o jornalista.
Fevereiro registrou movimento igual
Uma alta dos combustíveis foi observada em fevereiro, o Etanol. Logo depois, pelo menos o etanol, teve queda chegando a custar R$ 3,95, semanas depois de registrar preços na casa dos R$ 4,19.
Outro lado
Em nota encaminhada à reportagem, o Sindipetróleo argumentou que os “preços dos combustíveis são influenciados por diversos fatores, como custo de aquisição, concorrência, impostos e logística. Além disso, o volume de vendas impacta diretamente: postos que vendem mais conseguem melhores condições de compra e preços mais competitivos, enquanto a queda nas vendas aumenta o peso dos custos fixos. Cada revendedor busca equilibrar esses fatores para manter a operação e atender bem seus clientes. O preço na bomba reflete esse movimento do mercado”.




























