Antes de subir ao palco para a turnê Registro Histórico, na Arena Pantanal, o cantor Luan Santana falou com jornalistas sobre carreira, fé, fãs e a relação construída com Cuiabá ao longo dos 18 anos de trajetória.
Ao repercutir a proposta da turnê, que revisita sucessos que marcaram gerações, Luan disse viver um momento raro para um artista: ver a carreira atravessar o tempo e continuar conectando pessoas em diferentes fases da vida.
“É o sonho de qualquer artista construir uma carreira consistente que ultrapasse gerações. Tem pessoas que me acompanhavam no começo e hoje vivem outro momento da vida, mas continuam trazendo essas músicas com elas. Esse show tem uma energia completamente diferente”, afirmou.
Ao falar sobre os fãs, o cantor foi direto ao reconhecer o papel do público na própria história.
“Nada disso adianta sem os fãs. É tudo por eles. Esse show foi pensado com os fãs em primeiro lugar”, declarou.
Um dos momentos mais marcantes da coletiva veio quando o artista falou de gratidão e definiu a própria trajetória como um milagre.
“Eu vivo um sonho de muita gente. Tenho consciência disso. Eu vivo um milagre. São anos de histórias que culminam nesse palco hoje. Vai ser uma chuva de emoções”, disse.
Luan também reservou espaço para destacar Cuiabá, escolhida como a terceira capital da turnê. Segundo ele, a cidade tem peso na construção da carreira.
“Cuiabá faz parte dessa história de uma forma muito linda. A gente vai se emocionar muito hoje”, afirmou.
Em tom descontraído, ainda brincou com referências regionais e demonstrou intimidade com a cultura local ao citar rasqueado, cururu e até a piraputanga assada.
Horas depois, a promessa de emoção se confirmou no palco.
Com mais de 20 mil pessoas, o show transformou a Arena Pantanal em um coro coletivo de nostalgia. Hits como Meteoro, Amar Não é Pecado e Você Não Sabe o Que É Amor embalaram um público formado por fãs que vieram de várias regiões, alguns viajando de estados como Rondônia e Bahia para acompanhar a apresentação.
No palco, a turnê “Registro Histórico” fez jus ao nome: mais do que um show, virou celebração de memória, carreira e vínculo com um público que, como o próprio artista resumiu, ajudou a construir essa história.
























