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NOVO FORMATO DE EXECUÇÃO

Secretário de Infraestrutura explica que Governo vai dividir licitações do BRT

Agora, as obras serão divididas em diferentes frentes, como pavimentação, estrutura metálica das estações, iluminação e outras intervenções
Secretário Marcelo de Oliveira

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma reunião sobre a execução das obras do BRT, em que o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, deu detalhes sobre a retomada das obras do modal de transportes.

De acordo com a pasta, essa retomada se dará em novo modelo de contratação, dividindo a obra em lotes e executados por empresas especializadas. “O Governo de Mato Grosso achou por bem, dividir os processos licitatórios, pra que a gente possa ter 3, 4 empresas trabalhando ao mesmo tempo, nós podemos ter uma empresa que vai estar trabalhando nos terminais CPA, Porto, Coxipó, Várzea Grande. Independente se o concreto chegou, se não chegou, vai ter uma empresa trabalhando lá”, explicou o secretário Marcelo de Olveira.

O gestor da pasta afirmou também que a forma como era feita a execução das obras anteriormente não dividia a licitação por especialidades das empresas e havia situações em que a empresa vencedora precisava contratar outra empresa. “O que nós fizemos da primeira vez e aconteceu tudo isso: é que você pega uma empresa e ela acaba recontratando todas essas empresas para executar o serviço”, disse ele, esclarecendo que o Estado considerou mais acertado agir dessa nova forma, do que como executou anteriormente.

Agora, as obras serão divididas em diferentes frentes, como pavimentação, estrutura metálica das estações, iluminação e outras intervenções. O processo de construção enfrentou diversos impasses, desde questões contratuais até desafios jurídicos com a gestão anterior da Prefeitura de Cuiabá. Nesse novo momento, a expectativa é que os trabalhos avancem sem novas interrupções para que as obras finalmente sejam concluídas.

O Consórcio BRT retomou as atividades em 12 de março e tem um prazo de 150 dias para concluir os trechos iniciados. O novo modelo de contratação e o acordo de rescisão ainda passarão pela avaliação do Tribunal de Contas do Estado. Somente após essa aprovação será possível definir um novo prazo para a conclusão das obras.

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