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ACRÉSCIMO DE R$ 7 MIL

Na votação pelo aumento salarial, 18 vereadores foram favoráveis e 4 votaram contra; confira

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Na votação pelo aumento salarial dos parlamentares a partir de 2025, 18 vereadores da Câmara de Cuiabá foram favoráveis ao acréscimo de R$ 7 mil e quatro votaram contra. O projeto aprovado, de autoria da Mesa Diretora, elevou o subsidio dos parlamentares de R$ 18,9 mil para R$ 26 mil na próxima legislatura, que será composta por 27 parlamentares.

Os vereadores que avalizaram o aumento dos salários foram: Chico 200 (PL), Dilemário Alencar (Podemos), Marcus Brito Junior (PV), Mário Nadaf (PV), Lilo Pinheiro (PDT), Wilson Kero Kero (Podemos), Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania), Jeferson Siqueira (PSD), Luís Claudio (PP), Sargento Vidal (MDB), Cezinha Nascimento (União Brasil), Ricardo Saad (PSDB), Kássio Coelho (PRD), Sargento Joelson (PSB), Adevair Cabral (PTB), Demilson Nogueira (PP), Paulo Henrique (PV) e Rogério Varanda (MDB).

Já os que foram contrários ao aumento foram Edna Sampaio (PT), Dr. Luiz Fernando (Republicanos), Maysa Leão (Republicanos) e Michelly Alencar (União). No total, 22 parlamentares estavam presentes na sessão ordinária desta quinta-feira (21).

Como justificativa, o projeto usou como base em um artigo da Constituição Federal, que dispõe que em municípios de mais de 500 mil habitantes, o subsídio máximo dos vereadores pode corresponder a 75% do subsídio dos deputados estaduais.

Momentos antes da votação, a vereadora Maysa declarou que o requerimento é legal, mas que não é o momento de ser aprovado. “A gente vê Cuiabá devastada, numa crise de autoestima inclusive porque a cidade está suja, esburacada, precisando de investimentos em todas as áreas e eu não me sentiria confortável em cuidar de mim primeiro para cuidar da população depois. Mas podem dizer que nem fui eleita, que o aumento de salário é para 2025, mas é um aumento que eu estaria resolvendo agora e não me sentiria confortável para votar”.

No início da semana, o presidente da Câmara, Chico 2000 (PL), rebateu o posicionamento contrário de Michelly quanto ao aumento no subsídio dos parlamentares. Ele apontou como “hipocrisia” e sugeriu que, quando houver o aumento, seja devolvida a diferença salarial por quem não concorda com o reajuste.

Como resposta, Michelly disse que, se estiver como vereadora em 2025, se manterá disposta a devolver a diferença salarial de R$ 7 mil desde que o montante seja destinado à população.

Já o vereador Fellipe Côrrea, apesar de ter declaro à imprensa que é contrário ao aumento do salário dos vereadores, não esteve presente na sessão.

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