A briga entre a Williams e a ROKiT tem um novo capítulo. Para que não se lembra, a equipe fechou um acordo de patrocínio com a empresa de telefonia celular por um período de 5 anos e encerrou o contrato às vésperas da temporada 2020 começar por conta de não-cumprimento das obrigações.
O valor cobrado pela Williams era de US$ 25 milhões e se juntava a tantas outras ações na justiça pelo mesmo motivo. A empresa britânica, que vinha fazendo pesados investimentos para marcar seu nome no mercado, fechou acordos com várias áreas esportivas, indo do basquete (Houston Rockets), futebol (Manchester United), W Series e até a sinuca.
A questão é que os ingleses não cumpriram suas obrigações e uma série de ações na justiça foram feitas. A empresa, que faz parte do grupo ROK (que vai de bebidas a telecomunicações), alegou que uma série de planos de vendas foram frustrados e a situação de agravou com a pandemia.
O fato é que a Williams se juntou a uma vasta lista de apoiadores deixados no caminho. E no início do ano passado recebeu a resposta tanto da justiça inglesa e americana da validade do seu pleito, tendo direito a receber cerca de pouco mais de 28 milhões de libras esterlinas.
Mas a reviravolta vem. Ainda discutindo como pagar suas dívidas, já que os ativos apresentados pela empresa não cobrem nem um pouco das obrigações, a ROKiT entrou com uma ação na justiça da Flórida (USA), alegando que a Williams “prejudicou a imagem da empresa”.
Uma das alegações da ROKiT em sua acusação é que a equipe prometeu um carro competitivo e não cumpriu. Além do mais, diz que as alegações feitas pelo time são fraudulentas e que afetam a imagem da empresa. Por este motivo, fazem uma solicitação de US$ 149 milhões por indenização por estas “calúnias”.
O fato é que a ROKiT quer ganhar tempo e segue apoiando ainda alguns esportes, como a sinuca e a F4 britânica. Teremos ainda muitas discussões sobre este assunto.



























