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TRAGÉDIA NO SANTA CRUZ

Pai de Eloá diz em depoimento que tomava cuidado ao guardar arma e que socorrista do Samu colocou revólver na cintura

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O sargento da Polícia Militar, pai de Eloá Victória Silva Oliveira, de 02 anos, morta por um disparo acidental, prestou depoimento na tarde desta quinta-feira (11) na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e disse aos policiais civis que um socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) desmuniciou a arma e colocou na cintura durante o atendimento da ocorrência.

“O declarante permaneceu com o massagem até que o Samu chegou no local; que, o primeiro socorrista do SAMU chegou ao local, pegou a arma de fogo, desmuniciou-a, e após a colocou na cintura dele; que em seguida deram sequência ao atendimento”, diz o depoimento.

O caso aconteceu na manhã de quinta-feira, na rua 37 do bairro Santa Cruz 2, em Cuiabá.

De acordo com o depoimento, o pai da vítima contou ainda que guardava a arma calibre 38 em um fundo falso de um criado mudo. Conforme o relato, o homem informou que sempre tomava cuidado para ninguém observa-lo guardando o revolver.

O depoimento diz ainda que o pai de Eloá estava falando ao celular quando percebeu o barulho do disparo e ao entrar no quarto, encontrou a filha caída no chão sangrando. Conforme a versão dele, a criança de cinco ano, prima de Eloá estava em pé, ao lado da cama e de frente para a vítima.

“Quando chegou ao seu quarto, local onde estavam as crianças, viu sua filha Eloá caída no chão, sangrando, viu sua arma e fogo em cima da cama, bem como observou que a [nome preservado] estava em pé ao lado da cama, e em frente a vítima caída, a qual disse somente: desculpa tio, e após correu”, diz outro trecho do depoimento.

Consta também no depoimento que o sargento da PM foi questionado sobre a prima de Eloá teria o visto guardando a arma. O PM negou e disse que não haveria tempo, já que sobrinha tinha chego há cinco dias do Rio de Janeiro, sendo a primeira vez na casa.

“[…] Respondeu que não, já que chegaram a pouco tempo em sua casa, cerca de 5 dias, para passarem férias, e neste tempo, tem certeza de que ela nunca viu o declarante manusear ou guardar a arma no criado mudo”, destaca outro trecho do depoimento.

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