O vereador vereador Pastor Jefferson Siqueira (PSD), concedeu entrevista coletiva para esclarecer a homenagem que concedeu a Gilmar Machado da Costa, faccionado morto em confronto em operação na manhã desta quinta-feira (20), em Cuiabá.
Questionado pela repórter Lidia Nascimento se não havia preocupação em saber o histórico criminoso do homenageado, Jefferson Siqueira se protegeu dizendo que não há critério para homenagear alguém que possa ser criminoso e acusou outros políticos. “Primeiramente porque não há essa condicionante pra você homenagear alguém. Foram 400 pessoas indicadas, era um evento festivo, aniversário do bairro. Eu só assinei como vereador. Agora, eu volto a dizer, vamos pegar o exemplo dos filhos do Bolsonaro, que fizeram moção para 16 policiais denunciados pelo Ministério Público por participarem do crime organizado”, disse o político, que ainda finalizou que não é função do vereador analisar a vida pregressa de ninguém.
Histórico do homenageado
Gilmar Machado da Costa, ou “Gilmarzinho” como era chamado, já havia sido preso recebendo uma carga de drogas perto de casa, em novembro de 2020; também foi condenado em junho de 2021, por tráfico de drogas; E, durante investigações, foi apontado como “velho conhecido da polícia e da justiça”, classificado em investigações como “dono do bairro”.
A Operação
A operação Aqua Ilícita envolve o cumprimento de 60 mandados de busca e apreensão e 12 de prisão e sequestro de bens e valores ilícitos, incluindo veículos, contra acusados de extorsão a comerciantes e lavagem de dinheiro da prática criminosa. As ordens judiciais são cumpridas por 340 policiais militares e 60 agentes do Gaeco, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Nobres e Sinop.




























