Assista a reportagem do Bruno Pinheiro e leia, abaixo, a matéria completa.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou do lançamento do Plano Safra 24/25 do Banco da Amazônia (Basa), na sede da instituição, em Belém. Na oportunidade, mencionou a polarização no setor do agronegócio e a necessidade de ações do Governo Federal para unir o país após as eleições. Ele destacou a abertura de novos mercados e o lançamento do maior plano Safra da história.
Fávaro enfatizou que, desde o término das eleições e o início da transição de governo, a coordenação do setor agropecuário foi feita a pedido do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Segundo o ministro, a prioridade agora é governar para todos os brasileiros, independente de preferências eleitorais. Ele ressaltou que o único caminho para superar as divisões e intolerâncias pós-eleitorais é o trabalho e a dedicação para alcançar resultados concretos.
“Desde o primeiro dia, quando se passaram as eleições, começamos a transição de governo, coordenando este setor a pedido do presidente Lula e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, agropecuária brasileiro. Para nós, a eleição acabou. Independente de quem votou aqui ou acolá, agora é um governo para todos os brasileiros. Este é o pedido do presidente Lula. Um país que sai das eleições muito dividido, com as animosidades, com a intolerância reinando, só tem uma maneira de superar, trabalhar, se dedicar para que os resultados aconteçam”.
O ministro tem visitado diversos estados para promover o plano Safra e implementar ações de apoio aos produtores rurais. No Rio Grande do Sul, ele tem colaborado com a Câmara dos Deputados para ajudar na reconstrução do setor agropecuário, afetado por enchentes e fortes chuvas.
Apesar das iniciativas, o setor do agronegócio ainda demonstra resistência em aceitar o estilo de governo do presidente Lula, expressando preocupações sobre segurança jurídica, incertezas quanto ao marco temporal e críticas às políticas voltadas ao setor.





























