O ministro da Educação, Camilo Santana, cumpriu agenda oficial em Mato Grosso nesta quarta-feira (4), e participou da inauguração do novo campus do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) em Várzea Grande. Durante o evento, o ministro destacou uma série de investimentos do Governo Federal na educação profissional, no ensino superior e em programas voltados à permanência dos jovens na escola.
Segundo Camilo Santana, a entrega do IFMT representa um investimento significativo para ampliar o acesso à educação técnica e profissional no estado.
“Primeiro, nós vamos inaugurar esse Instituto Federal, um novo campus, com investimento de mais de R$ 17 milhões”, afirmou.
Além do IFMT, o ministro anunciou a autorização para ampliação de vagas no curso de Medicina da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) e ações de valorização dos profissionais da educação básica.
“Nós vamos autorizar a ampliação de mais de 40 vagas de Medicina para a Universidade Federal de Rondonópolis. Também vamos entregar cerca de 1.700 carteiras nacionais para professores e computadores para docentes da rede básica que apresentaram os melhores resultados no Ideb”, disse.
Camilo Santana também ressaltou que visitaria obras em universidades federais do estado, incluindo intervenções que estavam paralisadas em gestões anteriores.
“Vamos visitar obras em andamento e obras que estavam paralisadas no passado. Estamos retomando todas elas e temos uma grande agenda para a Universidade Federal de Rondonópolis”, declarou.
Pé-de-Meia e combate à evasão escolar
Durante a fala, o ministro destacou os resultados do programa Pé-de-Meia, voltado à permanência de estudantes no ensino médio da rede pública, apontando uma redução expressiva na evasão escolar.
“Nós tínhamos 480 mil jovens abandonando as escolas públicas por ano no ensino médio. Reduzimos esse número para cerca de 270 mil. Quase a metade foi reduzida com o programa Pé-de-Meia”, afirmou.
Segundo Camilo Santana, o objetivo do governo é zerar a evasão escolar no ensino médio.
“É claro que nós queremos chegar a zero. Nós não queremos perder nenhum jovem da escola pública desse país”, reforçou.
O ministro citou ainda outras políticas educacionais em andamento, como a ampliação das escolas em tempo integral, programas de alfabetização na idade certa e parcerias com estados e municípios.
“Saímos de 36% para 60% das crianças alfabetizadas ao final do segundo ano do ensino fundamental. Esse é um dado muito importante para garantir o futuro dessas crianças”, concluiu.






















