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PENITENCIÁRIA CENTRAL DO ESTADO

Secretário garante qualidade de marmitas servidas a reeducandos

Mesa Técnica foi criada em 2023 para estabelecer qualidade dos alimentos, desde o armazenamento, o preparo e a entrega

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O secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, destacou o rigor na preparação e qualidade das refeições servidas aos reeducandos que cumprem pena na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Segundo ele, medidas foram intensificadas para garantir a segurança alimentar e impedir a entrada de objetos ilícitos na unidade prisional.

Desde o final de 2023, uma Mesa Técnica foi criada com a participação de diversas instituições, estabelecendo regras mais rígidas para o controle dos alimentos fornecidos aos detentos.

“Desde o armazenamento, o preparo do alimento, a logística e a entrega desse material nas unidades prisionais, tudo é fiscalizado minuciosamente”, afirmou Bruzulato.

O secretário explicou que cada unidade conta com uma equipe técnica responsável por avaliar a qualidade dos alimentos recebidos, verificar a quantidade e garantir a segurança alimentar.

“Todos os dias, antes do café da manhã, almoço e jantar, os alimentos passam por inspeção para assegurar que estejam em condições adequadas para consumo”, ressaltou.

Além disso, todas as marmitas são pesadas para evitar discrepâncias na distribuição. Detentos com condições médicas específicas, como diabetes, recebem uma alimentação diferenciada, conforme suas necessidades.

“Todas as pessoas privadas de liberdade devem receber alimentação de forma igualitária. O Estado tem cumprido os princípios constitucionais e a legislação”, pontuou Bruzulato.

Tolerância zero contra ilícitos na penitenciária

Atualmente, cerca de 2.900 reeducandos cumprem pena na PCE. Para evitar a entrada de objetos proibidos, como drogas e celulares, o governo adota um regime de fiscalização rigoroso. Operações diárias são realizadas para inspecionar a unidade e coibir tentativas de burlar a segurança.

Caso algum item ilícito seja identificado dentro da penitenciária, seja por meio das marmitas, drones ou outros métodos, um boletim de ocorrência é registrado e encaminhado à Polícia Civil para investigação. Além disso, se houver indícios de falhas no procedimento interno, a Corregedoria é acionada imediatamente.

“A adoção dos procedimentos é feita de forma imediata para garantir a integridade do sistema prisional”, concluiu o secretário.

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