A Prefeitura de Várzea Grande se manifestou após a deflagração da Operação Broquel, da Polícia Civil de Mato Grosso, e afirmou que o ex-gerente da Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, alvo da investigação, não faz parte do quadro da atual gestão municipal e exerceu função apenas até 2024.
Em nota, a Secretaria Municipal de Assistência Social informou que, ao identificar indícios de irregularidades, adotou providências e encaminhou informações aos órgãos competentes para apuração. A pasta afirmou ainda que não compactua com práticas ilícitas.
A manifestação ocorre após a operação que investiga um suposto esquema de desvio de benefícios de internos da unidade.
Segundo a investigação, o ex-gerente é suspeito de se apropriar de cartões e documentos de acolhidos, realizar saques de benefícios e até contratar empréstimos em nome das vítimas sem autorização.
A apuração também reúne denúncias de que internos teriam sido usados em trabalhos não remunerados e submetidos a intimidação.
Em um dos casos investigados, um empréstimo superior a 16 mil reais teria sido feito em nome de um acolhido com indícios de fraude.
A Justiça determinou medidas cautelares contra o investigado, entre elas a suspensão do exercício da função pública, além de restrições de contato com vítimas e testemunhas.
As investigações continuam para identificar possíveis novas vítimas e aprofundar o alcance do esquema apurado pela Operação Broquel.
NOTA À IMPRENSA
A Secretaria Municipal de Assistência Social, informa que o ex-gerente da Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, alvo da Operação Broquel deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (22), não integra o quadro de funcionários da atual gestão municipal. O mesmo exerceu função até o ano de 2024.
A Administração Municipal reforça ainda que, ao identificar indícios de irregularidades relacionadas ao funcionamento da unidade e a conduta do então responsável, adotou imediatamente as providências cabíveis, incluindo o encaminhamento das informações aos órgãos competentes para apuração dos fatos.
A secretaria reforça que não compactua com qualquer prática ilícita e segue trabalhando para garantir a proteção e o acolhimento digno às pessoas em situação de vulnerabilidade social atendidas pelos serviços municipais.























