A Justiça determinou um prazo de 48h para Adriana Nunes de Almeida, de 53 anos se apresentar à Central de Monitoramento e instalar a tornozeleira eletrônica. Ela é mãe do prefeito de Nossa Senhora do Livramento Thiago Almeida (União).
cautelares determinadas pela Justiça e tem prazo de 48 horas para se apresentar à Central de Monitoramento e instalar a tornozeleira eletrônica. A informação foi confirmada pelo delegado André Monteiro, responsável pela investigação.
Segundo o delegado André Monteiro, responsável pela investigação, as medidas foram adotadas para evitar fuga, garantir o andamento do processo e tentar assegurar o ressarcimento das vítimas.
“O objetivo principal é evitar qualquer tipo de evasão e também tentar assegurar o retorno patrimonial às vítimas. Por isso representamos por essas medidas cautelares”, afirmou o delegado.
Entre as determinações judiciais estão a apreensão de passaporte, proibição de viagens internacionais, restrição de contato com vítimas, impedimento de frequentar determinados locais, comparecimento periódico em juízo e monitoramento eletrônico.
De acordo com André Monteiro, houve confusão sobre uma suposta prisão da investigada, o que não ocorreu.
“Não houve prisão. O que foi cumprido são medidas cautelares diversas da prisão. Pode ter havido uma interpretação equivocada”, esclareceu.
O delegado destacou que a investigada ainda não está com a tornozeleira e reforçou o prazo estabelecido pela Justiça.
“Ela tem 48 horas para se dirigir à Central de Monitoramento de Pessoas e fazer a colocação da tornozeleira. Caso isso não aconteça, o juízo será comunicado”, disse.
Segundo a Polícia Civil, o descumprimento das medidas pode resultar em prisão preventiva.
“Essas medidas são provisórias e podem ser revistas a qualquer momento. Se houver descumprimento, o juiz pode, sim, decretar a prisão preventiva”, alertou Monteiro.
A investigada foi indiciada por múltiplos crimes de estelionato e falsa identidade. O delegado afirmou que o trabalho policial foi concluído nesta fase e orientou que vítimas procurem a delegacia.
“A partir de agora, as vítimas devem buscar seus direitos. Caso existam outras pessoas lesadas que ainda não procuraram a Polícia Civil, é importante que compareçam à delegacia”, concluiu.



























