Caderneta na mão para não deixar o orçamento estourar. No mercado, a regra é clara: procurar sempre o mais barato. Com a renda apertada, cada centavo conta, e por muito tempo o quilo do arroz foi motivo de preocupação para quem faz as compras do mês.
O SBT Comunidade esteve nos supermercados da capital para ouvir a população. A doméstica Maria Arruda da Silva sentiu no bolso.
“Já 35, 36 até 37 reais eu já paguei, dependendo do arroz. Hoje abaixou bastante”, conta.
Em um ano, a queda no preço do arroz já passa de 50%, trazendo um alívio para o consumidor, especialmente para quem depende dos itens básicos da cesta para alimentar a família.
Segundo o economista Vivaldo Lopes, o principal motivo está no campo.
“Essa redução acontece porque tivemos uma boa safra. Em 2023, o Rio Grande do Sul enfrentou seca. Em 2024, enchentes prejudicaram a produção. Já em 2025, não tivemos eventos climáticos extremos. Com isso, a oferta de arroz aumentou no mercado e os preços caíram”, explica.
Agora, a expectativa de quem passa pelos corredores do supermercado é que essa queda não pare por aí.
“O que o consumidor quer é que essa redução chegue também a outros produtos da cesta básica”, completa o economista.
Para quem vive fazendo conta, qualquer economia faz diferença — e o arroz mais barato já ajuda a fechar o mês com um pouco mais de tranquilidade.

























