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FRAUDE DIGITAL

Grupo é investigado por movimentar milhões em pirâmide financeira e lesar ao menos 27 vítimas

Operação aponta estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa; três empresas foram suspensas e investigadas pela Justiça
Polícia Civil-MT

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Um grupo é investigado pela Polícia Civil por montar um esquema de pirâmide financeira que movimentou milhões de reais em diferentes estados do país, na manhã desta sexta-feira (12), em Cuiabá. A Operação Rede de Mentiras é deflagrada pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) e cumpre ordens judiciais para desarticular a fraude, que atraía vítimas com promessas de lucros mensais de até 7%.

A ação contou com o cumprimento de um mandado de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, além de diversas medidas de bloqueio judicial: sequestro de bens e valores que ultrapassam R$ 1,3 milhão, suspensão de registros de empresas envolvidas e proibição de atividade econômica dos investigados. O Ministério Público e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) atuaram em parceria com a Polícia Civil.

Lavagem de dinheiro e ameaças

As investigações apontam indícios de lavagem de dinheiro, estelionato, associação criminosa e crimes contra as relações de consumo e a economia popular. Até o momento, 27 vítimas formalizaram denúncias, mas a polícia acredita que o número real de lesados seja muito maior em todo o Brasil.

O grupo era comandado por J. R. V. B., de 42 anos, que utilizava as empresas Metaverso Soluções Digitais Ltda., Multiverso Digital Ltda. e Bispo Investments Ltda. para captar investidores. As promessas de ganhos fáceis eram veiculadas em propagandas nas redes sociais e em transmissões ao vivo no YouTube, por meio do canal “Treta Trader”.

Além dos prejuízos financeiros, algumas vítimas relataram ameaças e intimidações ao questionarem os atrasos nos pagamentos. Houve casos em que famílias inteiras perderam investimentos que variaram de alguns milhares a centenas de milhares de reais.

Diante das provas reunidas, a Justiça autorizou o bloqueio de bens e contas bancárias até o valor de R$ 1.354.206,00, para tentar reparar parte dos danos causados.

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