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MASTURBAÇÃO EM PÚBLICO

Homem pratica importunação sexual contra donas e clientes de salão de beleza e é detido

Responsáveis do estabelecimento denunciaram à polícia o comportamento frequente do suspeito

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Equipes da Polícia Militar prenderam um homem acusado de se masturbar em frente a um salão de beleza diariamente, há cerca de um mês, em Várzea Grande.

A ação aconteceu na noite dessa quarta-feira (18), após denúncias das donas do estabelecimento.

A aspirante a oficial da PM, Kamilla Matias, explicou a dinâmica do crime cometido pelo suspeito. “Graças às denúncias, a equipe fez diligências e conseguiu realizar a abordagem. Ele cometia um ato obsceno, estava se masturbando em cima de uma moto, na via pública. As pessoas que viram, registraram, e ainda bem que procuraram a polícia para que os fatos fossem apurados”, disse a militar.

De acordo com o relato de uma das vítimas, que preferiu não se identificar, o crime pode ser ainda mais grave, já que a conduta não era aleatória e sim direcionada às pessoas no salão de beleza, o que pode mudar o enquadramento do suspeito com o agravamento do crime de ato obsceno para importunação sexual.

“Foi muito constrangedor, há dias que ele tá ali, passando, fica ali debaixo da árvore, em frente do nosso salão, muitas clientes mulheres, nós somos mulheres. Então, todos os dias ele tava ali nos perseguindo, o tempo todo. A pausa dele era na hora do almoço, mas ele voltava e ficava até as 17h30 e a gente tem vizinhos que estão ali na obra dia de sábado e domingo, que relatam que ele vem dia de domingo também, fica lá e faz as mesmas coisas, ele se masturba, e a gente se depara com isso na frente do nosso ganha-pão”, relatou a vítima revoltada.

A mãe do suspeito esteve na delegacia, defendeu o filho e disse não saber que ele fica sempre em frente ao salão de beleza. “Eu tenho ciência de que ele tem um problema, que ele passa por tratamentos psiquiátricos, nós temos laudos que comprovam esse problema que ele tem, mas eu não tinha ciência que ele voltou a fazer esse tipo de ato. Ele foi pego várias vezes, mas a gente levou pra fazer terapia e ele tinha parado, tá trabalhando, super tranquilo. Nesse momento ele não está em tratamento, abandonou, ele falou que já tava bem  e abandonou. Só que ele nunca agrediu ninguém, nunca chegou a pegar e agarrar, nunca chegou a esse fato. O negócio dele é a só a exibição, isso é uma doença”, declarou a mãe.

De acordo com a Polícia Militar, o caso não seguiria sequer para o delegado de Polícia Civil, seria registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e o suspeito seria liberado. Este conteúdo pode ser atualizado, de acordo com a decisão da Polícia Civil de investigar ou não a conduta do suspeito.

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