Em recente coletiva de imprensa, o governador Mauro Mendes (UB) expressou insatisfação com a reforma tributária apresentada pelo governo federal no congresso nacional, que segundo ele, deve interferir muito em Mato Grosso.
Mendes comentou que é importante zerar os impostos como cidadão, mas como governador se pergunta “quem vai pagar a conta?”. Pontuou que acreditava que deve ser retirado imposto sobre a carne, mas que mesmo assim continuam se preocupando com a reforma que deve ter grande impacto em 2033.
O governador disse que quem for exportar não vai pagar imposto no Brasil, foi quando pediu para que as pessoas “aperte o cinto”, porque segundo, vai virar uma “confusão” porque tem importa nada de imposto no país.
Citou também que nem o diesel que o exportador consome será pago, nem energia, onde ele questiona “então quem vai pagar o imposto para financiar a segurança pública?”.
O chefe do executivo frisou que são esses impostos que pagam os salários dos professores, contratação de vinculação na imprensa, entre outros serviços realizados pelo governo do estado.
“Não existe almoço de graça” Então eu tô preocupado que cada vez mais que eu entendo um pouquinho”, disse Mauro.
Além disso, ressaltou que foi uma “uma vitória no momento importante” conseguir manter o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB) por mais 20 anos no estado, que é uma contribuição vigente no estado de Mato Grosso (MT), criada pela Lei 7.263 de 2000, com o objetivo inicial de arrecadar recursos que seriam usados para financiar obras de transporte, habitação e infraestrutura.
Finalizou o assunto pontuando que se o dinheiro não entra ou diminuir muito, o estado deve enfrentar problemas a partir de 2033, quando deve vigorar em 100% a reforma tributária.

























