Durante reunião no Palácio Alencastro, sede do poder executivo municipal de Cuiabá, na tarde desta segunda-feira (15), o presidente da Associação do Shopping Popular, Misael Galvão, muito emocionado e chorando em alguns momentos, comentou sobre o incêndio que consumiu o local nesta madrugada em Cuiabá, e quais medidas precisam ser adotadas de agora em diante.
Misael comentou que tem buscado força de todos, principalmente do poder público, como estão fazendo desde cedo. Comentou sobre a solidariedade do poder executivo municipal e estadual.
“Eu tenho buscado força a todo momento para me poder reconstruir, recomeçar e cuidar das famílias que a gente trabalha. São 600 famílias dignamente, honradamente, todos os dias trabalhando para sair da ilegalidade, para contribuir com o nosso país”, disse Galvão.
Ele ainda comentou que nunca passou por isso em toda sua trajetória dentro do shopping popular. Ainda pontuou que lá já tiveram diversos desafios ao longo desses quase 30 anos de fundação, mas nada parecido como este, onde o prédio foi totalmente consumido pelas chamas.
Galvão ainda lembrou que em todas as entrevistas que está dando coloca que o importante neste momento é a sociedade se unir, tanto governo do estado quanto municipal, assim como federal, Ministério Público, Legislativo e Judiciário.
“Então, eu não estou aqui só para pedir para vocês o seguinte, nós precisamos recomeçar a assistência e ninguém recomeça sozinho. Nós confiamos e acreditamos na parceria, no entendimento e no poder público”, avaliou o presidente do Shopping Popular.
Ainda emocionado e chorando, comentou que algumas pessoas falaram com ele pedindo para continuarem na região, quer seja no estacionamento do local ou no complexo esportivo Dom Aquino, ao lado do centro comercial.
“Eu reuni com o pessoal ainda, falou ‘Misael, o máximo que nós podemos mover é para o complexo Dom Aquino e no entorno do Shopping. Nós não saímos daqui! Daqui nós não vamos recomeçar a nossa vida e vamos fazer das cinzas um novo shopping popular! Até melhor com o apoio do poder público'”, concluiu em lágrimas.





























