O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou em conversa com jornalistas, nesta quarta-feira (18), que considera “pouco provável” uma aliança com o Partido Liberal (PL) nas eleições deste ano. Vice-governador disse que visita ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, em Brasília, teve caráter cordial
Pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Pivetta explicou que a dificuldade de composição passa pelo fato de o partido já ter um nome colocado na disputa: o senador Wellington Fagundes.
“Acho pouco provável, já que lá tem um candidato. E eu estou me preparando para ser o candidato do nosso grupo. Se o PL quiser compor, tem espaço, mas, caso contrário, vamos disputar. Não é problema, não”, afirmou.
O vice-governador conta com o apoio do atual governador Mauro Mendes (União Brasil) para a sucessão estadual.
Apesar da reunião com a cúpula do PL, Pivetta minimizou o encontro e disse que a agenda teve caráter apenas institucional.
Segundo ele, não houve tratativas sobre um eventual apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro ou da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
“Eu fiz uma visita de cordialidade. Nós temos um relacionamento partidário, pois, na última eleição, caminhamos juntos e representamos, em Mato Grosso, um governo que faz história”, declarou.
A reunião contou ainda com a presença de Eduardo Manciolli, um dos principais articuladores da pré-campanha do vice-governador.
Nos bastidores, a visita é vista como uma tentativa inicial de diálogo com o PL.
Um eventual acordo poderia redesenhar o cenário eleitoral, inclusive com a possibilidade de apoio futuro em outras disputas, como a eleição ao Senado.
No entanto, diante das declarações de Pivetta, a tendência, neste momento, é de que os grupos sigam caminhos distintos na corrida pelo Palácio Paiaguás.



























