O repórter Arthur Garcia obteve através de uma fonte exclusiva a informação de que o corpo da jovem Heloysa Maria de Alencastro Souza, de 16 anos, não possuía material genético que comprovasse o estupro.
A tese havia sido passada à imprensa pelo delegado responsável pelo caso, Guilherme Bertoli, sobre a existência de lesões na região genital da vítima. Mas a afirmação não se confirma pelo laudo da perícia, que não encontrou elementos que atestem um possível estupro.
Toda a cobertura do caso será exibida na edição desta segunda-feira (28) do SBT Comunidade.
O caso
A vítima Heloysa Maria de Alencastro foi encontrada com múltiplas escoriações e roupas rasgadas. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) apontou que Heloysa foi morta por asfixia mecânica, que é a interrupção do fluxo de ar para os pulmões causada por uma obstrução física, após ser enforcada com um cabo de computador.
Duas pessoas foram presas pelo crime, entre elas o padrasto da vítima, Benedito Anunciação de Santana, de 40 anos, o filho dele, Gustavo Benedito Junior Lara de Santana, de 18 anos (foto acima). Além deles, dois adolescentes, de 16 e 17 anos, foram apreendidos por suspeita de participação no crime.


























