Rosana Martinelli (PL-MT), que assumiu recentemente, uma cadeira no Senado Federal, falou sobre as pautas que pretende levar ao debate e ainda que pretende levar integrantes da política nacional até Sinop, no norte de Mato Grosso, para discutir pautas importantes para o estado e para o país.
A senadora, eleita suplente em 2022, assumiu o lugar de Wellington Fagundes (PL-MT), que se licenciou por 120 dias do cargo para passar por uma cirurgia no ombro.
Martinelli disse, em entrevista ao repórter Bruno Pinheiro, que pretende usar o trabalho no Senado para mostrar a potencialidade de Mato Grosso e também os desafios, como é o caso da logística, em que ela trabalha para retomar o projeto da Ferrogrão – ferrovia que vai ligar Sinop à Miritituba, no Pará.
“Eu já estou participando de comissão, já estou agendando com vários responsáveis para fazer a reformulação do projeto indicado pelo STF. Então nós temos aqui uma demanda muito importante, uma das principais que é Ferrogrão. Então eu quero aproveitar, como sou da região, conhecedora, mostrar o que nós precisamos e o quanto essa ferrovia é importante”, adiantou Rosana.
Outra pautas pautas que a senadora pretende levar à discussão são as obras do PAC em Mato Grosso, para que haja aditivo na duplicação da BR-163 e ela falou ainda da questão dos direitos e segurança para as mulheres.
“Hoje Mato Grosso é um dos maiores índices de feminicídio do país. Então nós não podemos continuar e precisamos de políticas públicas rigorosas, nós precisamos tirar isso do papel, pôr realmente em prática, em defesa das mulheres, que não podem ficar com medo e também trabalhar essa cultura de gênero, das mulheres serem inferiores, isso jamais”, defendeu Rosana Martinelli, que ficará no Senado por pelo menos quatro meses.






























