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CPI DO ESTACIONAMENTO

Ranalli sugere que prefeitura rompa contrato com a CS Mobi e invista recursos no Mercado Municipal; assista

A declaração foi feita em referência ao contrato que concede à empresa a administração do estacionamento rotativo em Cuiabá por 30 anos

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O vereador Rafael Ranalli (PL), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o contrato entre a empresa CS Mobi e a Prefeitura de Cuiabá, fez novos comentários sobre o andamento das investigações.

Em entrevista com a imprensa nessa quinta-feira (20), Ranalli afirmou que a CPI convocará o procurador geral do município e um fiscal de contrato da prefeitura para prestar esclarecimentos sobre o andamento dos cronogramas do acordo.

O objetivo é que ambos expliquem de que forma o contrato firmado entre a gestão municipal e a empresa responsável pelo estacionamento rotativo beneficia a população cuiabana.

“Estamos levantando as documentações, ou seja, os editais de licitação que levaram à efetivação desse contrato”, disse Ranalli, destacando que a CPI está focada na análise detalhada dos termos que envolvem a contratação.

Em tom crítico, o vereador fez uma ironia sobre a lucratividade da CS Mobi, afirmando: “É muito bom você não vender uma vaga de estacionamento e ganhar R$ 650 mil por mês”.

Contrato de 30 anos

A declaração foi feita em referência ao contrato que concede à empresa a administração do estacionamento rotativo em Cuiabá por 30 anos, um modelo de gestão que tem gerado polêmicas e questionamentos sobre sua transparência e os reais benefícios para a cidade.

Ranalli ainda sugeriu que, ao invés de continuar com o contrato, a prefeitura poderia cancelar o acordo com a CS Mobi e investir os recursos na conclusão das obras do Mercado Municipal Miguel Sutil, que, segundo ele, estão sendo realizadas de forma lenta.

Críticas à antiga gestão

Em uma crítica direcionada à antiga gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o vereador lembrou que o contrato foi assinado durante seu mandato. “É um contrato que foi feito numa gestão que tem no mínimo 23 operações policiais”, afirmou Ranalli, deixando claro que, para ele, contratos firmados na última administração estão “sob cheque”.

As duas primeiras oitivas acontecem nos dias 27 de fevereiro e 06 de março na Câmara Municipal e tem como vice-presidente o vereador Dilemário Alencar (UB) e Maysa Leão (Republicanos) como membro titular.

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