“Qualquer cidadão que você colocasse ali faria alguma coisa diferente. Não é justo que eu saia do governo e comece a criticar quem quer que seja porque está fazendo diferente, ou está fazendo melhor”, disse.
Mendes, que permaneceu no Palácio Paiaguás por sete anos e três meses, pontuou que ninguém governa de maneira idêntica e que preferia não fazer comparações sobre as escolhas administrativas do atual chefe do Executivo estadual.
“Eu, na média, acho que ele está caminhando bem sim, está fazendo um bom trabalho e que vai continuar, se Deus quiser, mantendo o Estado de Mato Grosso da forma que nós entregamos […] Um Estado que está devolvendo para o cidadão boa parte daquilo que nós pagamos de impostos na forma de obras e serviços. Eu vejo que ele está seguindo no caminho correto”, disse
“Fui governador por sete anos e três meses e nesse período eu tive a oportunidade de fazer muitas coisas, mas claro, não se faz tudo que gostaria. Então não é prudente, seja o Pivetta meu amigo ou alguém que me sucedeu ali como governador, eu não vou fazer avaliações. Ninguém faz nada igual”, completou.
Pivetta foi vice durante os dois mandatos de Mauro Mendes. No final de março, quando decidiu que disputaria o Senado nas eleições de outubro, Mendes renunciou ao cargo, momento em que Pivetta assumiu.
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