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GRUPO CONSOLIDADO

Ilde reúne 15 vereadores e amplia grupo para disputa da Mesa na Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) reuniu nesta sexta-feira (25), durante um almoço, um grupo de parlamentares que articula a próxima composição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá. Com as novas adesões, o bloco passou a reunir 15 vereadores.

Participam do grupo além de Ilde Taques (Podemos):

– • Adevair Cabral (Solidariedade)
• Baixinha Giraldelli (Solidariedade)
• Jeferson Siqueira (PSD)
• Michelly Alencar (União Brasil)
• Dra. Mara (Podemos)
• Daniel Monteiro (Republicanos)
• Maria Avalone (PSDB)
• Eduardo Magalhães (Republicanos)
• Chico 2000 (PL)
• Alex Rodrigues (Podemos)
• Katiuscia Manteli (Podemos)
• Sargento Joelson (Podemos)
• Dídimo Vovô (PSB)
• Maysa Leão (Republicanos)

A ampliação do grupo reforça as articulações para a futura composição da Mesa Diretora. O almoço desta sexta-feira reuniu vereadores de oito partidos: Podemos, Solidariedade, PSD, União Brasil, Republicanos, PSDB, PL e PSB.

Enquanto Ilde Taques amplia o grupo na disputa pela Mesa Diretora, a atual presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), enfrenta dificuldades jurídicas e regimentais para tentar permanecer no comando da Casa no próximo biênio.

O Regimento Interno da Câmara, atualmente, impede a recondução ao mesmo cargo dentro da mesma legislatura. Para alterar a regra, seria necessária aprovação de dois terços dos vereadores, ou seja, 18 votos. Em julho, a Justiça manteve essa exigência ao negar pedido do prefeito Abilio Brunini (PL), que tentava derrubar o quórum qualificado.

A situação ficou ainda mais complicada depois que o desembargador Mario Roberto Kono de Oliveira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, suspendeu a votação do Projeto de Resolução nº 31.173/2026, que permitiria uma recondução dos integrantes da Mesa Diretora ao mesmo cargo em mandato subsequente. A votação ficará suspensa até o julgamento do mérito do recurso apresentado pelo vereador Marcus Brito Júnior (PV).

Antes da suspensão, a proposta havia conseguido aprovar apenas o parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação por 13 votos a 12, resultado que já indicava dificuldade para alcançar os 18 votos necessários na votação definitiva.

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