Mato Grosso ocupa a segunda colocação no ranking nacional de menor desigualdade de renda, de acordo com levantamento baseado no Índice de Gini, que avalia o rendimento médio mensal real de pessoas com 14 anos ou mais que estavam ocupadas no período analisado.
Com índice de 0,43, o estado aparece atrás apenas de Santa Catarina, que lidera o ranking com 0,41. O resultado coloca Mato Grosso à frente de estados como Rondônia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás, todos com indicadores superiores.
O estudo integra o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quanto menor o Índice de Gini, menor é a desigualdade de renda na região avaliada.
Segundo o levantamento, o desempenho de Mato Grosso reflete um cenário de maior equilíbrio na distribuição de renda entre os trabalhadores, resultado associado principalmente à força do agronegócio, da indústria e do setor de serviços, que impulsionam a geração de emprego e renda no estado.
Apesar do bom posicionamento, especialistas alertam que o desafio agora é manter e ampliar políticas públicas que promovam inclusão social, qualificação profissional e desenvolvimento regional, garantindo que o crescimento econômico continue beneficiando a população de forma mais igualitária.
Enquanto Mato Grosso se destaca positivamente no ranking, o estudo mostra que estados das regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam altos índices de desigualdade, com o Distrito Federal ocupando a última posição do país.





























