O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Pode), tem atuado em diferentes frentes pela causa do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ao longo do mandato, o parlamentar, que busca a reeleição em 4 de outubro, apresentou iniciativas para ampliar a visibilidade do tema, fortalecer o acolhimento às pessoas autistas e garantir atenção às famílias.
“Precisamos pensar em uma sociedade verdadeiramente inclusiva para pessoas autistas, que esteja preparada para acolher as diferenças e garantir direitos. A Assembleia tem um papel importante nisso, ouvindo as necessidades e assumindo o compromisso de trabalhar por quem precisa”, afirmou Max.
Entre as principais iniciativas está a Lei nº 11.800, de autoria de Max, que regulamenta o uso do Cordão de Girassol em Mato Grosso. O adereço sinaliza que a pessoa possui uma deficiência ou condição não aparente, como o autismo, facilitando o reconhecimento de necessidades específicas e um atendimento mais adequado em espaços públicos e privados.
A atuação de Max foi além da criação da lei. Com seu apoio, foi implantada em Mato Grosso a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), e o deputado trabalhou para ampliar o acesso tanto ao documento quanto ao Cordão de Girassol. Mutirões realizados em diferentes regiões do estado reuniram a emissão da carteira, a distribuição do adereço e outros serviços, como atendimento odontológico especializado para crianças com TEA.
A atenção às famílias atípicas também integra essa atuação. Em junho, o legislador apoiou o lançamento do livro “Aquarela de Amor – Maternidade Atípica: uma jornada de transformação”, que dá visibilidade às experiências de 21 mães de pessoas com autismo, neurodivergências, síndromes raras e outras condições.
Esse trabalho se estende ainda a outras formas de neurodivergência, já que o deputado também é o autor da Lei nº 12.626, que instituiu a Semana Estadual da Neurodiversidade em Mato Grosso. A medida amplia o debate sobre inclusão e conscientização e incentiva ações educativas voltadas ao respeito às diferenças em todo o estado.
“A neurodiversidade ainda exige muitos avanços em conscientização, respeito e garantia de direitos. Vamos continuar trabalhando para ampliar esse olhar e construir novas conquistas”, reforçou Max.

























