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BARRA DO BUGRES

Vereador tem filiação suspensa pelo PL e pode ser expulso após agredir mulher com chave de roda

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O presidente da Câmara Municipal de Barra do Bugres, Laércio Noberto Júnior (PL), conhecido como “Júnior Chaveiro”, teve a filiação suspensa pelo partido e passou a responder a um processo de expulsão após denúncia de violência doméstica contra a companheira, que é servidora do Legislativo.

A decisão foi tomada pelo presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, e reforçada por solicitação da deputada federal Coronel Fernanda (PL), que também atua como procuradora da Mulher na Câmara dos Deputados.

“Já mandei afastar preventivamente a filiação dele e abri processo de expulsão. O PL não admite esse tipo de atitude de seus filiados”, afirmou Ananias.

Na esfera municipal, a situação do parlamentar também avançou. Na noite de segunda-feira (20), a Câmara de Barra do Bugres aprovou, por 10 votos, a destituição de Laércio da presidência da Casa e o afastamento do mandato por quebra de decoro parlamentar. Ele também foi proibido de frequentar o Legislativo, onde a vítima trabalha.

A medida foi tomada após pedido da Procuradoria da Mulher, com base no relato da vítima à Polícia Civil. Segundo a denúncia, a agressão teria ocorrido na madrugada de domingo (19), por volta das 4h30, na residência do vereador, após um show.

De acordo com o depoimento, o suspeito teria utilizado uma chave de rodas para agredir a companheira. A vítima apresentava ferimentos no pescoço, braços e pernas e precisou de atendimento médico. Após o registro da ocorrência, foram solicitadas medidas protetivas de urgência com base na Lei Maria da Penha.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil. Até a última atualização, o vereador não havia sido localizado.

O MTPlay tenta contato com a defesa do parlamentar.

Primeira-dama se posiciona

A ex-primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, se manifestou nas redes sociais sobre o caso envolvendo o presidente da Câmara de Barra do Bugres, Laércio Noberto Júnior (PL), investigado por violência doméstica.

Em publicação no Instagram, ela classificou o episódio como grave e cobrou providências imediatas das autoridades.

“É uma covardia sem tamanho: esse agressor não pode continuar no cargo, precisa ser afastado urgentemente”, afirmou.

Virgínia também reforçou que casos de violência contra a mulher não podem ser relativizados, principalmente quando envolvem agentes públicos.

“Não podemos normalizar esse tipo de atitude, ainda mais partindo de alguém que ocupa um cargo público e deveria dar exemplo”, declarou.

A ex-primeira-dama ainda manifestou apoio à vítima e defendeu rigor na apuração do caso.

“Defendo o afastamento imediato desse agressor de suas funções e que o caso seja apurado com todo o rigor da lei. Lugar de covarde não é na vida pública”, completou.

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