“Minha alma não está à venda”. Com essa afirmação, em entrevista ao SBT Notícias, o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato ao governo em 2026, afirmou que não mudará sua postura para vencer a disputa eleitoral.
Pivetta relatou que sua trajetória política foi construída com transparência e que, segundo ele, sempre manteve postura alinhada ao que considera princípios republicanos. Também destacou que essa mesma postura é o que aproxima sua atuação da do governador Mauro Mendes.
“Minha alma não tá não tá à venda, não é para negócio. Eu tive quatro mandatos antes de ser vice-governador do Mauro. Três de prefeitos e um de deputado. Eu fiz uma trajetória muito transparente, deixei um conceito. As pessoas que me conhecem da vida pública, sabem que a gente não sai da linha republicana. Somos avessos a negociatas, e é o que me une ao Mauro também desde o início desse governo, que tem a disposição de fazer o certo sempre, mesmo que isso contrarie interesses e a gente por algum momento não seja compreendido”.
Estratégia
Para o vice-governador, a intenção é seguir guiado pelos valores que orientam sua vida pública e privada. Ele ressaltou que isso não impede o diálogo com forças políticas do campo de centro-direita, e avaliou que acordos que fujam desse alinhamento não fazem parte de sua estratégia.
“Até agora nós trabalhamos ajudando ao lado de Mauro Mendes, ajudando a governar. Eu procurei me pautar até hoje no resultado e nós vamos continuar assim. O ano que vem é um ano da eleição. É imprescindível que a gente intensifique as articulações e também as nossas movimentações para nos apresentar. Porque eu ainda sou pouco conhecido”.
Sobre o período pré-eleitoral, afirmou que precisa focar em articulação e presença nas bases, já que, segundo ele, ainda é pouco conhecido pela população mato-grossense. Estimou que cerca de metade do eleitorado sabe quem ele é e disse que seu objetivo para o próximo ano é se apresentar de forma mais próxima aos cidadãos em busca de viabilizar sua pré-candidatura para as eleições de 6 de outubro de 2026.
“Não perderei a capacidade nem a vontade de dialogar com todas as forças políticas, do meu espectro, que é centro-direita. Vou me esforçar para me apresentar mais de maneira mais próxima e em busca do grande sonho que são as eleições”.




























