O deputado Eduardo Botelho (UB) voltou a criticar os transtornos causados pelas obras simultâneas do BRT e da Prefeitura de Cuiabá. Durante entrevista a imprensa, na manhã desta quarta-feira (1), ele defendeu que o poder público adote medidas emergenciais para reduzir os impactos no tráfego da capital.
“Sai da obra do BRT, cai na obra da Águas Cuiabá. O que fazer aí, hein? Eu acredito que nós temos que, primeiro, rever a questão do horário de funcionamento dos poderes públicos, priorizar algumas regiões e trabalhar sábado, domingo, 24 horas para terminar. É isso que tem que ser feito, senão o trânsito vai ficar nesse caos que está aí”, afirmou o parlamentar.
Segundo Botelho, a situação já chegou a um ponto insustentável. Ele relatou que, para percorrer o trajeto do Bosque da Saúde até a Assembleia Legislativa, levou cerca de 40 minutos. “Quase uma hora para vir aqui. Então o trânsito tá realmente ruim. Tem que achar uma solução para isso urgente.”
Assembleia deve participar da solução
Botelho defendeu a participação da Assembleia Legislativa, por meio da Comissão de Infraestrutura, no debate sobre alternativas para minimizar os impactos. “A Assembleia tem aqui uma comissão de infraestrutura que deve participar. Eu acho que o presidente Max deve participar disso. E todos os deputados devem sim participar dessa discussão junto com o TCE e com a Sinfra, para buscar uma solução emergencial para esse caso.”
Mudança no horário do funcionalismo
Uma das propostas apresentadas por Botelho é a flexibilização dos horários dos servidores públicos para evitar congestionamentos nos períodos de pico. “Ou começa um pouco mais tarde e vai um pouco mais tarde, ou termina um pouco mais cedo. Fazer um escalonamento para todo mundo não congestionar nesse horário. Seria uma das alternativas, pelo menos nesse período”, explicou.
Priorização de trechos e ritmo acelerado das obras
Além do escalonamento, o deputado defende que algumas frentes de trabalho sejam priorizadas e que as empresas responsáveis adotem regime intensivo de funcionamento. “Priorizar alguns trechos que precisam ser liberados. Trabalhar 24 horas, sábado, domingo, até terminar mesmo. É isso que eu defendo.”





























