A mãe de uma aluna de uma escola particular de Várzea Grande denunciou com exclusividade ao SBT Cuiabá que sua filha, de apenas 4 anos de idade, foi abusada sexualmente dentro da unidade escolar. Segundo a mãe, há alguns meses a filha vinha apresentando comportamentos estranhos, como se tocar de forma sexualizada e não deixar os pais ficarem juntos no banheiro de casa na hora de fazer as necessidades.
Alguns dias atrás a vítima chegou em casa dizendo a mãe que sua parte íntima estava doendo, momento em que a mulher viu uma fissura na genitália da filha.
“Não era uma fissura que daria para ela fazer com a própria mão, até porque ela dizia que quem tocava sua região íntima era só ela” relatou a mãe.
A mãe disse que passou o final de semana tentando se aproximar da filha para que ela relatasse o que havia acontecido. Somente na segunda-feira à noite a criança começou se abrir com a mãe.
“Ela começou falar que tinha meninos de 6 a 10 anos levando ela no banheiro e ficando pelados. E ela foi me falando palavras que sugeriam atos sexuais dentro do banheiro. Também falou que na hora do soninho tinha meninos de 10 anos esfregando o órgão genital duro na bunda dela”, disse a mãe.
A menina ainda disse que quando os garotos mais velhos iam no banheiro e ficavam pelados, um deles esfregava a parte íntima na genitália do irmão mais novo, de 2 anos de idade.
A mãe relatou que uma das professoras do colégio afirmou que no período de 17h a 18h ficam de 3 as 4 pessoas cuidando de todos os alunos, que se misturam entre sí e elas não conseguem controlar todas as crianças, inclusive quem entra e sai do banheiro.
“A minha filha disse que não é acompanhada até o banheiro. E ela disse que é nesse horário que as crianças grandes levam as menores no banheiro e abusam sexualmente delas”.
A mãe disse que registrou um boletim de ocorrência.
“Eu não quero que minha filha sofra com a imagem dela, pessoas olhando para ela sabendo o que aconteceu. Mas como cidadã e como moradora do bairro onde eu moro.. eu sei que muitos empresários colocam seus filhos nesse colégio. Eu fui por caminhos que menos tiveram impactos na vida da minha filha.
Além do boletim de ocorrência, a mãe disse que colocou o advogado da família à par de toda a situação e ele está movendo uma ação contra o colégio.
Nossa equipe de reportagem procurou a escola e conversou com a diretora. Ela demontrou surpresa e alegou que não tinha conhecimento e não havia sido comunicada pelos pais sobre os abusos sofridos pela filha do casal.
A Polícia Civil investiga o caso.




























O que me indaga nessa situação, é que cade esses supostos meninos que fizeram isso, os pais não foram atrás de entender o que houve?, comunicaram os pais dos meninos, fizeram exame de corpo e delito?, acho estranho procurar mídia, e outra se a meses notou o comportamento estranho da criança, não procurou saber com a escola? Eu como mãe, mulher, não tiro a razão da mãe, mas ao mesmo tempo eu buscaria todos os meios, antes de levar para a mídia.
Conheço essa escola, e nunca ouvi algo de errado nela, mas que a justiça seja feita, investigada escola, e inclusive dentro de casa.