Após ser alvo da operação Perfídia, o vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Cuiabá, Chico 2000 (PL), em entrevista coletiva na frente da câmara, demonstrou tranquilidade ao dizer que os advogados que o representam vão mostrar que as acusações não representam a verdade, ele afirmou que a polícia não encontrou nada para apreender na residência em que vive.
“Na minha casa não apreenderam nada, olharam o que quiseram e eu entreguei meu celular e a senha. Vieram no meu gabinete, não apreenderam nada!”, exclamou o político, como um símbolo de uma possível inocência diante das acusações.
Ao ser questionado se a operação era fruto do então deputado federal, Abilio Brunini (PL), atual prefeito de Cuiabá, Chico evitou entrar em embate. “Não sei, não tenho essa informação. O que eu sei é que tudo isso será desmistificado e quem não deve, não teme. Eu estou completamente tranquilo”, garantiu Chico antes de negar também ter recebido qualquer valor de empresários. “Não sei, aqui tem câmeras, quem entra aqui eles veem a hora que quer, é só requerer as imagens. Pix? Quebra o sigilo bancário e vai ver. Agora, o que não pode é ficar a especulação e jogar os nomes das pessoas no vento, isso não pode e eu não vou aceitar”, protestou.
A operação
Nessa terça-feira (29) pela manhã, os gabinetes dos vereadores Chico 2000 (PL) e Sargento Joelson (PSB) foram alvos de cumprimentos de mandados pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (29), na operação Perfídia.
De acordo com a assessoria da Casa de Leis da capital, a Polícia também buscou o controle de acesso à Câmara e imagens do período de agosto de 2023 a agosto de 2024.
A juíza Edina Ederli Coutinho determinou a suspensão do exercício das funções públicas dos vereadores envolvidos por tempo indeterminado.





























