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FALHA DE COMUNICAÇÃO

Mendes diz que demora em acionar bombeiros promoveu desfecho trágico no Shopping Popular

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O governo Mauro Mendes declarou hoje, em entrevista à imprensa, que um relatório preliminar aponta que houve demora em acionar o Corpo de Bombeiros para combater o incêndio que devastou o Shopping Popular. As informações iniciais apontam que os primeiros sinais de fumaça foram registrados cerca de 26 minutos antes da primeira ligação para a emergência (assista no final da matéria).

“Foi me relatado que houve uma falha de comunicação. Demorou, parece-me, que 26 minutos para ser reportado o incêndio ao Corpo de Bombeiro. Seguramente, isso é um tempo muito grande. Cinco minutos, de quando as fumaças começaram a acontecer, se tivesse sido comunicado, em sete minutos os bombeiros chegaram ao local”, frisou o governador.

Para Mendes, o acionamento tardio evitou que os bombeiros obtivessem um resultado exitoso no combate ao incêndio. “Inicialmente, numa conversa preliminar, eles apontaram que houve uma demora muito grande em reportar o início do incêndio, porque se tivesse feito no início, provavelmente nós teríamos tido um desfecho diferente do que tivemos. Foram 20 minutos a mais do fogo, alastrando livremente, isso levou à tragédia que levou”.

Apesar de citar as informações preliminares, o governador explicou que o Corpo de Bombeiros é quem pode reportar os dados com maior clareza. “Eu não sou especialista, eu não cuido só deste assunto dentro do Estado. Recebi ontem um relatório de informações iniciais, não preciso falar em cima de informações iniciais, precisamos ter um laudo conclusivo”, disse, acrescentando que as autoridades estão bem equipadas e atua com dinâmica operacional.

Conforme as imagens de uma câmera de segurança, às 2h26 a fumaça já tinha tomado conta do local. Os bombeiros teriam acionados inicialmente às 2h46, e chegaram ao local às 2h53. Em seguida, todo o efetivo de Cuiabá e Várzea Grande foi para o local.

As causas do incêndio – registrado na última segunda-feira (15) – ainda são apuradas e a perícia segue com os trabalhos investigados. O incidente prejudicou 600 lojistas, que empregavam, ao total, três mil trabalhadores, de forma direta e indireta.

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