Neste sábado (08), uma mulher foi presa pela Polícia Penal ao tentar entrar com drogas escondidas nas partes íntimas durante o horário de visita no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra (242,3 km de Cuiabá). A apreensão foi realizada por uma Policial Penal durante a revista, que encontrou a droga escondida nas partes íntimas da mãe de um reeducando. A mulher, cujo nome está sendo preservado, foi imediatamente detida e conduzida ao Sistema Integrado de Segurança Pública (SISC) para as devidas providências legais.
Casos como este têm se tornado cada vez mais comuns nas unidades prisionais brasileiras. O tráfico de drogas dentro dos presídios é uma realidade que desafia constantemente a segurança e a ordem nas instituições. As tentativas de introduzir substâncias ilícitas variam desde métodos rudimentares, como o escondimento nas partes íntimas, até o uso de drones para sobrevoar os muros das prisões.
Dados recentes indicam um aumento nas apreensões de drogas em presídios, refletindo tanto a intensificação das medidas de segurança quanto a persistência do problema. Segundo um relatório do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), houve um aumento de 15% nas apreensões de drogas em presídios no último ano. Esse crescimento evidencia a necessidade de estratégias mais robustas para combater o tráfico interno.
A Polícia Penal tem intensificado as revistas e reforçado a segurança nas unidades prisionais para impedir a entrada de substâncias ilícitas, garantindo a ordem e a disciplina. Além das revistas tradicionais, novas tecnologias, como scanners corporais e cães farejadores, têm sido empregadas para aumentar a eficiência das operações.
É importante destacar que a introdução de drogas em unidades prisionais é um crime grave, punido pela legislação brasileira. A Lei de Drogas (Lei nº 11.343/2006) prevê penas severas para quem for pego traficando substâncias ilícitas, inclusive dentro de presídios. A colaboração da sociedade é fundamental para combater esse problema, denunciando atividades suspeitas e apoiando as medidas de segurança implementadas pelas autoridades.
Este caso em Tangará da Serra é um exemplo claro da necessidade de vigilância constante e de medidas firmes para manter a integridade das instituições penais e garantir um ambiente seguro para todos.



























