Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
"SUPORTEI TUDO"

Apesar da suspeita, Cattani diz que foi preciso suportar presença do mandante do crime

publicidade

O deputado Gilberto Cattani (PL), comentou em entrevista ao programa Tribuna, da rádio Vila Real FM, nesta quinta-feira (25), sobre a prisão do ex-genro, Romero Xavier, que foi mandante do crime que matou a filha Raquel Cattani, cometido pelo irmão Rodrigo Xavier.

Cattani falou que sempre tinha desconfiança, mas não poderia deixar ex-genro se afastar, por isso continuou mantendo ele por perto.

“Eu fiz questão de manter ele por perto, para que a gente pudesse de fato chegar à elucidação do caso. Então eu suportei tudo isso para poder saber de fato ter a certeza de quem tinha feito essa barbaridade com a minha pequena”, disse Gilberto Cattani.

Na sequência, o deputado ressalta o trabalho desempenhado pelas forças de segurança do estado em tentar desvendar o caso e realizar a prisão de Romero.

O legislador ficou sabendo da informação pela polícia civil, tanto sobre a prisão do Romero quanto do irmão dele que tinha confessado o crime. Ele ainda contou que Romero teria trazido Rodrigo para cometer o crime em Nova Mutum.

Também contou que tudo que Romero tinha feito, de tirar fotos com os filhos, ir ao velório e acompanhar a família Cattani era parte do plano dele.

Em seguida, Cattani comentou que não acredita em uma motivação para o crime realizado pelo ex-genro. “Não existe motivação real que você possa imaginar assim bom eu fiz por causa disso. No meu entendimento a única coisa que veio na minha cabeça é uma psicopatia, é uma loucura, é uma coisa é que só animais têm. Um instinto selvagem, alguma coisa sentido, porque não é possível a gente acreditar que a pessoa possa fazer o que fez assim com essa frieza toda e nessa crueldade toda”, acrescentou o deputado.

Ainda durante a entrevista, ele lembrou da filha, e diz que “era uma menina de ouro. Uma menina espetacular! Todos amavam a Raquel!”.

O deputado também pontuou que ela nunca fez mal a ninguém, era uma pessoa sensível e que ela estava no melhor momento dela.

 

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade