Uma discussão acalorada foi registrada na sessão ordinária de hoje na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O local foi palco de um conflito entre os dois pré-candidatos à Prefeitura de Cuiabá, os deputados estaduais Lúdio Cabral (PT) e Eduardo Botelho (União). A discussão incluiu acusações, empurrão e dedo na cara de ambos (assista abaixo).
O fato foi registrado depois que o petista solicitou que a votação de urgência urgentíssima de seu projeto de lei fosse feita de forma nominal. Trata-se do pedido de obrigatoriedade de licitação para a administração do Ônibus de Transporte Rápido (BRT) em Cuiabá e Várzea Grande. Já Eduardo Botelho, que presidia a sessão, contestou o pedido, argumentando que não havia necessidade de expor os parlamentares.
A discussão escalou e Botelho se levantou, apontou o dedo para Lúdio e o empurrou. O petista, em seguida, criticou a atitude de Botelho, afirmando que o presidente da Assembleia deveria pedir desculpas pelo comportamento inadequado, e frisou a necessidade de manutenção de compostura durante a campanha eleitoral.
O momento acalorado após o empurrão foi separado pelo deputado Beto (União) 2 a 1 Já Botelho disse que sua intenção era apenas proteger o direito de não expor os parlamentares com o voto nominal e apontou que Lúdio agiu de forma desrespeitosa.
Na outra ponta, Lúdio, que apresentou um projeto de lei para a obrigatoriedade de licitação na administração do BRT e propôs uma tarifa máxima de R$ 1 para o BRT por um período de cinco anos.
No final da sessão, o pedido de urgência urgentíssima para a apreciação do projeto de Lúdio foi negado por 12 votos contra um.


























