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COMBATE À FOME

“Comida tem que chegar na mesa do povo”, diz Rosa Neide sobre papel da Conab

Diretora da companhia destaca retomada dos estoques públicos e ação do governo para reduzir preço do arroz
Imagem: SBT Cuiabá

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A ex-deputada federal e diretora da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rosa Neide (PT), disse que o Governo Federal está conseguindo cumprir sua missão de garantir segurança alimentar à população brasileira. Durante entrevista exclusiva ao SBT Cuiabá, ela destacou a queda no preço do arroz como um dos principais resultados das ações realizadas pela companhia.

“O arroz chegou a custar R$ 30 no pacote de 5 kg. Hoje já encontramos por R$ 15. Isso aconteceu porque garantimos preço mínimo ao produtor, estimulamos o plantio e batemos recorde de produção. É o Estado cuidando de quem planta e de quem consome”, afirmou Rosa Neide.

Segundo ela, a atuação da Conab foi fundamental durante o período de calamidade climática no Rio Grande do Sul, principal estado produtor do grão. A diretora explicou que o governo federal fez leilões públicos, importou arroz e utilizou os estoques de segurança como forma de evitar o desabastecimento e impedir que os preços disparassem nas prateleiras.

Rosa também criticou a antiga gestão da Conab, dizendo que, durante o governo anterior, a companhia chegou a ficar sem “um grão sequer” de produtos estocados. Agora, segundo ela, a Conab está reconstruindo os estoques públicos de alimentos essenciais como arroz, feijão e milho.

“Os estoques reguladores são fundamentais. Eles servem para atender a população em situações de crise, seja por catástrofes naturais, seja por escassez ou elevação abusiva de preços. Estamos trabalhando para que a comida continue chegando na mesa do povo brasileiro”, pontuou.

A diretora também ressaltou que a Conab tem papel estratégico no combate à fome e no fortalecimento da agricultura familiar. “O que está em jogo é a soberania alimentar do Brasil. Não podemos depender exclusivamente do mercado. O Estado tem que garantir que ninguém passe fome”, concluiu.

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