A Justiça de Mato Grosso converteu em prisão preventiva a detenção de Jhonathan Vieira dos Santos, investigado pelo assassinato do policial militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (5), na 1ª Vara Criminal de Várzea Grande.
Jhonathan foi preso em flagrante na noite de terça-feira (4), logo após invadir o projeto social do 25º Batalhão da Polícia Militar, onde o cabo Renato ministrava aulas de artes marciais para crianças e adolescentes. O policial foi atingido por diversos disparos e morreu no local.
Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por questões passionais. As investigações apontam que o suspeito descobriu um suposto relacionamento extraconjugal entre a esposa e o policial militar.
De acordo com o delegado Rogério Gomes, responsável pelo caso, Jhonathan já havia registrado um boletim de ocorrência relatando a situação, entrou em contato com a esposa da vítima para contar sobre a suposta traição e chegou a monitorar a rotina do policial dias antes do homicídio.
“Há informações de testemunhas de que ele procurou a vítima naquele local dias antes. Os relatos indicam que o suspeito já demonstrava sinais claros de descontentamento com o possível envolvimento amoroso da vítima com sua esposa”, afirmou o delegado.
O processo tramita em segredo de Justiça.
O sepultamento do cabo Renato Oliveira Aragão está marcado para esta quinta-feira (6), às 11h, no Cemitério Bom Jesus, em Cuiabá.


























