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APENAS 20%

Vacinação contra influenza fica abaixo da meta e acende sinal de alerta em VG

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Mesmo com o início antecipado da campanha de vacinação contra a influenza, no fim de março, Várzea Grande ainda registra baixa cobertura vacinal entre os grupos prioritários. Até a manhã desta sexta-feira (8), apenas 20% do público-alvo havia sido imunizado, segundo dados do painel do Ministério da Saúde.

De acordo com o levantamento, o município possui 68.181 pessoas dentro do grupo prioritário, mas apenas 13.639 doses foram aplicadas até o momento. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é atingir 100% de cobertura para garantir proteção coletiva.

Grupos prioritários

A campanha contempla crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, quilombolas, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, além de profissionais das forças de segurança, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários e pessoas em situação de rua.

Entre os grupos mais numerosos no município estão as crianças, com 25.834 aptas à vacinação, e os idosos, que somam mais de 39 mil pessoas, considerados os mais vulneráveis às complicações da gripe.

Vacinação é essencial para reduzir casos graves

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as vacinas contra a influenza ajudam a reduzir hospitalizações, com eficácia estimada entre 30% e 40% em adultos e podendo chegar a até 75% em crianças.

A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, destaca que a antecipação da campanha buscou responder ao aumento precoce da circulação do vírus no país, que já impacta o sistema de saúde.

“Mesmo com estratégias de conscientização, busca ativa e vacinação volante, ainda enfrentamos resistência por parte do público-alvo”, afirmou.

Ações de reforço e busca ativa

Para tentar aumentar a cobertura vacinal, equipes da Atenção Primária têm intensificado ações voltadas principalmente a idosos e crianças. O Projeto Saúde na Escola também atua na verificação das carteiras de vacinação em unidades de ensino, com comunicação direta aos responsáveis quando há doses em atraso.

A mobilização inclui ainda o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), que realizam visitas domiciliares e orientações sobre a importância da imunização.

Alerta para doenças respiratórias

A Secretaria Municipal de Saúde alerta para o risco de aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), especialmente entre crianças pequenas e idosos, devido à alta circulação viral associada às baixas temperaturas.

“As vacinas continuam sendo a forma mais segura e eficaz de evitar surtos e casos graves. As doses estão disponíveis em todas as unidades básicas de saúde”, reforçou a secretária.

A aplicação da vacina contra a influenza para o público em geral ainda depende de liberação do Ministério da Saúde, sem data definida.

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