O policial militar Raylton Duarte Mourão, apontado como um dos principais suspeitos no assassinato da personal trainer Rozeli da Costa Sousa Nunes, apresentou-se voluntariamente na tarde desse domingo (21) no 1º Batalhão da Polícia Militar, em Cuiabá. Ele e a esposa estavam foragidos desde o dia do crime e eram alvo de buscas pela Polícia Civil.
Rozeli, que também atuava como professora de educação física, foi morta na manhã de 11 de setembro, no bairro Canelas, em Várzea Grande. A vítima saía de casa para o trabalho quando foi surpreendida por uma dupla em uma motocicleta. Os disparos atingiram seu rosto, causando morte imediata no local.
Dois dias após o homicídio, a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na residência de Mourão. Durante a operação, foram recolhidos diversos itens, incluindo munições, aparelhos eletrônicos, sapatos e até um par de luvas. A esposa do policial também é investigada e teve o nome incluído no processo.
O casal, no entanto, não foi encontrado durante a ação e passou a ser considerado foragido. No dia 14 de setembro, a Justiça determinou a prisão temporária de ambos por 30 dias. Fotos deles foram divulgadas para auxiliar nas buscas.
Ação na Justiça
Além do crime, a vítima mantinha uma ação judicial contra o militar. Em março deste ano, ela entrou com um pedido de indenização de R$ 24,6 mil por danos materiais e morais, após um acidente de trânsito ocorrido na Avenida Filinto Muller, em Várzea Grande. Na ocasião, seu carro foi atingido por um caminhão-pipa registrado em nome da empresa ligada ao policial.




























